domingo, 11 de janeiro de 2009

O retorno


Estou de volta a Maceió desde a noite de domingo. Cada dia que passa sinto essa terra como se fosse minha, mas até do que o lugar onde nasci. É aqui que estou aprendendo a me distanciar daquilo que a sociedade espera de mim para me criar da maneira como quero ser.

Diana está aqui do meu lado dormindo e eu experimento agora a felicidade de uma vida a duas. A gente só percebe como são bons esses momentos de união e cumplicidade depois que a gente passa por momentos ruins. Não quis transferir para esse blog os momentos de incertezas que passei essa semana, pois corria o risco de meter os pés pelas mãos novamente.

Tudo começou com meu último post, quando falei que quase sucumbi à tentação de T. Diana ficou muito chateada principalmente porque só ficou sabendo do meu encontro com ele pelo blog e depois por conta das minhas respostas aos comentários. Ela não gostou de saber que me senti tentada por ele, porque eu prometi jamais ter nada com ele novamente e também porque fere as nossas regras de fidelidade. Se ele fosse solteiro, separado e um caso apenas de tesão, não haveria problemas, mas a partir do momento que esse ato magoaria uma terceira pessoa - no caso a esposa de T. - seria desonesto.

Diana ficou enciumada, apesar do nosso relacionamento ser relativamente aberto, eu nunca a vi daquele jeito. Confesso que com toda a raiva dela eu estava me sentindo amada, rsrsrsrs. Mas a reconciliação demorou alguns dias e aquela situação acabou me deixando angustiada. A gente acabou começando aquela guerrinha de nervos, e as duas figiam não estar nem aí para a outra, até que bateu o medo do ponto final. Não importa quem estava certa e quem estava errada, e o motivo da raiva nem tinha mais a ver com o post sobre T., era um ressentimento mútuo irracional.

Mas felizmente foi seguido de reconciliação. E tenho agora a minha Diana de sempre, que agora passa a perna por cima das minhas no sono. Não quero que ela acorde. Mais tarde volto aqui.

4 comentários:

Ulisses Adirt disse...

Reconciliação é a melhor parte de um conflito. :-)

Bárbara disse...

Com certeza, Ulisses, com certeza... Depois da crise, passamos a valorizar mais os pequenos detalhes da convivência. Somos tomados de ternura pelas coisas mais simples, como o abraço inconsciente durante o sono ou a ajuda para arrumar a cama depois de levantar, e em seguida desarrumar de novo...

Dando a Bunda pra Bater disse...

É, você quase colocou tudo a perder. Diana é de boa paz, pelo visto.

Abraços

Enfil

Bárbara disse...

Pôxa, Enfil, que legal saber que você me visitou. Fiquei muito feliz!!! Realmente a Diana é de boa paz, mas quando coloca uma idéia na cabeça... tenho que torcer para que seja boa, porque se for má, é caso sério!

Obrigada pela visita e volte sempre.

Abraços