sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Gueixa

(Helena Ramos, no filme "Roberta: a gueixa")

A causa do desejo não importa. Se foi uma fantasia, o Pequenos Delitos - o link está no lado esquerdo - ou até uma cena de um filme pornográfico, o que importa é que ele existe, e que para mim todos esses estímulos me levam à Diana, a de cabelos negros e pele quente.

Nós estamos numa fase mais de curtição do que desejo sexual em si. É certo que quase todas as manhãs transamos antes de sair pro trabalho, e parte das vezes chegamos atrasadas, mas isso vinha acontecendo mais como uma consequência do carinho e ternura mútuos. O post "pau de baby sama", e principalmente após os comentários dirigidos à minha pessoa, deu saudade de fazer coisas diferentes.

Quando a Diana viu a imagem também ficou animada para "brincar" com nossos rabbits, vibrador que tem um coelhinho safado na base, que você pode deixar apontado para o grelo ou para o cu. Já fazia um bom tempo que eles estavam sem uso.

Naquele dia à noite, quando cheguei em casa, Diana havia comprado comida japonesa e estava preparando a mesa para o jantar. O beijo molhado e o olhar sugestivo me fizeram ter certeza de que a noite seria quente. Fui tomar banho, e como sempre regulei a temperatura da água pra ficar morninha, pra aliviar a tensão que acumulo no pescoço e ombros. Pouco depois Diana entrou debaixo do chuveiro e me levou às nuvens com um beijo. Depois pegou o sabonete e disse:

- Hoje eu sou sua gueixa.

Entreguei-me em suas mãos. Diana me banhou com carinho, usando as mãos e os seios para massagear meu corpo enquando me ensaboava. Ela percebeu meu arrepio quando tocou minha buceta, então me encostou na parede e começou a esfregar meu grelo até eu me derreter em gozo. Ensaboou meus cabelos e aplicou condicionador, e por fim, aplicou óleo perfumado no meu corpo. Ela enxugou-se rapidamente e me ajudou a vestir o roupão, e me fez sentar diante do espelho no quarto.

Eu estava me sentindo uma rainha. O tempo todo ela corria de lá para cá, nua, em busca do pente, do creme de cabelo, e enquanto cuidava de mim, me encarava com o rosto meio baixo e um sorriso, que ficava ainda mais malicioso com o batom vermelho que lhe pintava os lábios. Diana também prendeu o cabelo num coque, usando hashis, deixando apenas uma mechinha fina caindo do alto da cabeça. Miúda, de pele branca e cabelos negros, se tivesse os olhos apertados e nariz afilado ficaria parecida com uma gueixa.

Depois de se perfumar, levou-me até a cama segurando minha mão. Fez com que eu deitasse de bruços, completamente nua, e começou a fazer massagem em minhas costas. Enquanto deslizava as mãos pelos meus ombros e costas, alternava beijos, lambidas e carícias com os seios. Eu já sentia minha buceta úmida e quando ela tocou com a ponta da língua molhada no meu ouvido acho que tive outro orgasmo (digo que acho que tive porque a sensação foi indescritível sem que Diana sequer tivesse tocado minha buceta).

Virei-me e me joguei sobre ela, meu corpo tinha urgência do contato com o corpo de Diana. Ela me pediu calma e disse que ainda não havia terminado. Colocou um travesseiro e me fez deitar de bruços novamente, de modo que ele ficasse sob os meus quadris. Com a ponta da língua, começou a lamber da minha nuca para baixo, me deixando arrepiada. Quando ela chegou no meu cu, meu corpo retesou e eu soltei um gemido.

Ela alternava entre mordidinhas na minha bunda e movimentos circulares com a língua em torno do meu cu, enquanto esfregava os dedos no meu grelo. Então ela dava lambidas longas, da buceta ao cu. Quando percebeu que eu estava quase gozando, começou a meter o dedo na minha buceta enquanto enfiava a língua no meu cu. Fui às nuvens, não consigo descrever de outra forma. E nem tinha acabado. Eu ainda estava com a respiração ofegante quando ela colocou a cinta com o rabbit.

- Agora senta aqui, como você disse no PD que estava querendo fazer - falou, sentada com as costas recostadas na cama e com o cacete apontando para cima.

Fiquei de joelhos, com as pernas dela entre as minhas e ela me beijou e amassou os peitos. Com as bocas coladas, desci lentamente em cima do pau. Molhada como estava, ele foi escorregando enquanto Diana me puxava para baixo pela cintura. Ela segurava a base da cinta enquanto eu subia e descia no pau. Com as mãos seguras na cabeceira da cama, inclinei-me um pouco para frente e coloquei meus peitos na cara de Diana.

Nooossa, que delícia a sensação de ser "preenchida" por dentro. Ela sugava um e outro peito alternadamente, dando mordidinhas leves na auréola. Eu estava alucinada de tesão, por mim não pararia nunca de cavalgar em cima de Diana. Ela deitou de barriga para cima e eu sentei novamente em cima do pau, dessa vez, virada para os pés dela. Eu batia uma siririca enquanto fazia os movimentos de vai e vem.

- Fode, sua vagabunda, não era isso que você queria, ser fodida por um pau? - Diana falou com voz forte, enquanto me dava um tapa estalado na bunda. Nem preciso dizer que gozei de novo. Ela estava cheia de tesão por fazer o papel de machinho. Fomos para a beira da cama e de pé, inclinei um pouco para a frente, enquanto ela metia na minha buceta por trás. Uau, nas transas com homens eu sempre pedia para ser comida nessa posição e ela lembrou disso.

Com uma das mãos, esfregava os dedos no meu grelo, enquanto encostava os peitos em minhas costas e me pedia para rebolar. Então alisou a minha bunda e disse que estava com vontade de comer o meu cuzinho. Voltamos para a cama e besuntamos o rabbit e meu cu de lubrificante. Ela sentou com as pernas abertas e eu fiquei de joelhos de costas para ela, encaixando minhas pernas debaixo dos joelhos dela. Comecei a sentar e no início doeu um pouco, fazia tempo que eu não levava mais que dedos dentro da bunda.

Parei um pouco para aliviar a ardência e depois comecei a cavalgar devagarinho. A dor sumiu por completo e então eu dei o rabo com gosto. Diana disse que queria meter, então eu deitei de barriga para cima e levanei as pernas para o alto, e ela me penetrou no cu pela frente. Da minha buceta escorria mel, que ela sorvia com os dedos, e também socava os dedos na minha buceta. O gozo veio em ondas que não se acabavam mais e mesmo eu pedindo para Diana parar, ela não parava, eu tinha a impressão de que iria desmaiar e chorava e ria ao mesmo tempo.

Fiquei exausta, com a respiração ofegante. Ficamos um pouco deitadas na cama, até eu me recompor. Diana continuou com a brincadeira de gueixa, e me ajudou a vestir um roupão, e permaneceu nua. Depois ainda me serviu sushis e vinho na boca. Tanta devoção assim merecia uma recompensa, não acham? E Diana teve a dela, ainda naquela noite... mas isso fica para o próximo post.

* * *
Peço desculpas pela demora em postar, principalmente para aquelas pessoas que eu havi prometido contar essa história. Aconteceu que Diana ficou doente e eu é que servi de gueixa durante esse período. Ela passou alguns dias internada, e depois disso eu passei outros dias para me recuperar das noites mal dormidas. Mas estamos aí...

4 comentários:

Diana disse...

Foi uma noite realmente inesquecível... mas tá faltando a 2ª parte!
Beijos, minha rainha

Anônimo disse...

Bárbara, ainda bem que você demora a postar coisas novas, porque os seus textos me fazem perder a respiração e quase perder a vergonha. kkkk

Sempre tive muito tesão em ver duas mulheres transando, gostaria de experimentar um dia.

Wolverine

Noir disse...

E o que dizer?
Extasiante.
Fico de queixo caido. Mas só o queixo.
Beijos!

Anônimo disse...

Minha gueixa Diana, seus desejos serão sempre atendidos!

Wolverine, perder a vergonha, dependendo do lugar onde esteja, é um problema. Cuidado! Mesmo assim, obrigada.

Noir, extasiantes são os seus textos! Sensuais e safados na medida!

Bárbara